Os usos e desusos de uma estrutura coloral pobre em cor luz.
Caros,
O assunto do dia remete novamente a fronteira entre a análise das estruturas colorais *(estrutura de cores de uma imagem) a respeito do seu papel na formação conceitual do trabalho.
As imagens que possuem estrutura coloral pobre em cor luz*(branco no sistema RGB) possuem uma característica única, que, se bem explorada, pode trazer infinitas possibilidades de fusão e anexação entre imagens diversas a fim de se obter um conceito uniforme sem demandar grande esforço. E é justamente isto que iremos aprender hoje.
Começamos buscando em nosso acervo uma imagem base com essa característica e mais uma para anexação por fusão:
Eis aqui:

A imagem a ser anexada não precisa seguir as diretrizes estruturais da primeira. Por tanto, sinta-se livre para escolher o que desejar, sem pressa.

Escolhida a imagem, cole-a em forma de nova camada sobre a imagem base:
Não se preocupe com o posicionamento, você é livre para decidir onde vai deixar a imagem a ser anexada.

Agora vem o pulo do gato: aproveitando a baixa potência de luz da imagem original, aplique o efeito de camada denominado “Luz Dura” sobre a camada portadora da imagem a ser anexada, isso irá fazer com que a fusão ocorra inclusive entre as estruturas luminosas e colorais de ambas as imagens de maneira uniforme =]!:

Feito isso, faça uso da ferramenta “Borracha” para corrigir eventuais discrepâncias e eliminar resquícios da fusão :
Note que o fundo negro facilita demais esta tarefa, pois o mesmo “engoliu” a maioria das imperfeições:

Eis o que temos aqui. Repare como a fusão ocorreu da maneira mais suave possível de maneira que pareçam realmente uma peça única:

Caso deseje uma fusão com um toque de destaque para a nova imagem anexada basta duplicar a camada da mesma =]:

Tanta área útil e não vamos brincar mais um pouco? =] Claro que sim, duplique a camada base *(objeto original) e, usando a ferramenta de simetria, espelhe-a no sentido vertical =] :

Não se esqueça de aparar as arestas fazendo uso da ferramenta “borracha”: =]

Eis o que temos =]: Basicamente reaproveitamos o vão deixado pela ausência de cor luz preenchendo-o com os traços estruturais ogirinais da imagem espelhados na vertical =]. A fusão dos objetos permanece inalterada devido a ordem hierárquica ascendente das camadas, pois as camadas correspondentes ao objeto anexado continuam acima desta =]:

Que tal um pouco mais de detalhismo? =]
Escolha uma nova imagem de conceito compatível e cole-a sobre o trabalho em forma de nova camada:

Para uma anexação perfeita, o efeito de camada denominado “Sobrepor” executa a tarefa com maestria devido ao reaproveitamento da estrutura luminosa da camada que preencheu aquele espaço *(no caso do exemplo a camada que espelhamos na vertical):

Agora basta duplicar esta mesma camada afim de obter um realce ou mesmo expandir sua atuação a outros setores do trabalho:

O que temos aqui =]:

Até poderiamos deixar a estrutura coloral intacta mas… acho que o nosso amigo “Mapeamento Alien” não iria deixar :

Um ajuste fino *(meu favorito, adoro a sensação do branco e vermelho em contraste) :
Para obter um ajuste como este basta trabalhar com a valoração da frequência e da fase da saturação de modo que fiquem em opostos na pré-visualização, a alteração da estrutura luminosa é facultativa, honestamente eu gosto de dar um pequeno realce as coisas não pertencentes ao fundo, para isto basta trabalhar com a valoração da frequência de luminosidade deixando o parâmetro “fase” com valoração nula.

Prontinho =].
Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!







Gostei muito do artigo!
Que viagem!!!!! O efeito ficou parecido com um monte de peixe caindo na água, bacana!